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Recent Posts by Fabio Souto

DUPLICAR ENERGIAS RENOVÁVEIS PODE ECONOMIZAR US$ 4,2 TRILHÕES AO ANO

Estudo recente realizado pela IRENA – Agencia Internaciona de Energia Renovável, prevê que podemos economizar até US$ 4,2 Trilhões por ano até 2030, se duplicarmos a quota de energia renovável na matriz energética.
As recomendações para aumento na participação global, dos atuais 18% de energias renováveis no mix energético global para até 36% no ano de 2030, segundo relatório da REMAP – Roteiro para Energia do Futuro Renovável divulgado no dia 17/03 durante o Diálogo Berlinense de Transição Energética, expõe em relação aos gastos atuais para os custos do sistema, podemos economizar até 15 vezes.
Um detalhe importante do estudo não somente ao lado econômico, mas, maior ainda se olharmos pelo social e ambientalmente consciente. Além da criação de novos empregos no setor, salvaria milhões de vidas por reduzirem os efeitos da poluição do ambiente, consequentemente, cooperando a reduzir o coeficiente de aumento da temperatura global, que atuais de 2°C, como acordado, de acordo com Adnam Z. Amim, diretor geral da Irena, na convenção em Paris.
Dentre estes, podemos destacar diversos benefícios da duplicação de energias renováveis:
1. Limitar o aumento da temperatura média global a 2° C acima dos níveis pré-industriais (quando combinada com a eficiência energética);
2. Evitar até 12 gigatoneladas de emissões de CO2 relacionadas à energia em 2030 – cinco vezes mais do que o que os países se comprometeram a reduzir através de energias renováveis nas suas contribuições nacionalmente determinadas (NDC);
3. Criar 24,4 milhões de postos de trabalho no setor das energias renováveis até 2030, em comparação com 9,2 milhões em 2014;
4. Reduzir a poluição do ar o suficiente para salvar até 4 milhões de vidas por ano em 2030;
5. Aumentar o PIB global em até US$ 1,3 trilhão.
“A era da energia renovável está aqui, mas sem esforços coordenados, seu potencial não será alcançado com a rapidez necessária para cumprir as metas climáticas e de desenvolvimento internacionais”, alertou Amin. “Para os decisores dos setores público e privado, o presente estudo é um alerta – tanto sobre as oportunidades à mão como sobre os custos de não aproveitá-las.”
Fonte: Ciclo Vivo
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Senado aprova uso do FGTS para aquisição de equipamentos de microgeração

Após alguns debates e definições, finalmente, tivemos nesta ultima quarta feira, dia 24/02/2016, a aprovação e liberação do uso do F.G.T.S. (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para aquisição de equipamentos para produção de energia elétrica por micro geração, pela Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado (CI). A microgeração compreende fontes de energia como hidráulica, solar, eólica e de biomassa.

A restrições imposta que para o trabalhador fazer jus deste recurso, que este seja utilizado em sua moradia própria, tendo a sua comprovação de ao menos três anos de contribuição.

O autor desde projeto de lei (PLS 371/2015) foi o Senador Ciro Nogueira (PP-PI), que altera a Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990 sobre o uso do FGTS, e, destaca ainda que, os ganhos com a economia de energia serão muito maiores que o rendimento proporcionado pela aplicação atual e tradicional do FGTS.

O principal objetivo desta é estimular a eficiência energética por meio de fontes renováveis, tendo em vista que a matriz energética do Brasil não está favorável aos consumidores, sendo afetados pelo uso de termoelétricas, o que torna o custo maior e ainda mais poluente. O sistema de geração de energia têm como a principal fonte a Hídrica, que tem sido cada vez mais afetada devido a escassez de chuvas.

 

Fonte: Agência Senado

 

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Economia de Energia

Economia de Energia

Por que devemos economizar energia?
A vida é alimentada por energia elétrica. Praticamente tudo ao nosso redor funciona com energia, e a sua economia é importante tanto por motivos financeiros (evitar gastos excessivos e desnecessários) quanto por motivos ambientais, pois a geração de energia depende da exploração de recursos naturais, sendo muito danoso para o meio ambiente gerar tanta energia da forma como fazemos hoje.
Portanto é preciso entender quanto se gasta com cada aparelho eletrônico, e fazendo isso podemos economizar na conta de luz no fim do mês. Para economizar o consumo, o consumidor precisa reduzir e tentar acabar com desperdícios, aproveitando que o mercado nos oferece aparelhos novos que economizam e reduzem o consumo da energia pela metade, como por exemplo as geladeiras, que possuem modelos novos que consomem metade da energia que as geladeiras mais antigas.

Acompanhamento do consumo de energia
Existem dois modelos de relógios de luz: analógico e ciclométrico (digital).
No modelo analógico existem 4 ou 5 círculos semelhantes a um relógio, cada um deles com um único ponteiro. Para fazer a leitura do consumo, basta verificar em cada círculo o número que o ponteiro mostra. A leitura é feita da esquerda para a direita e indica a milhar, centena, dezena e unidade de consumo. Se o primeiro relógio estiver marcando o número 4 (quatro), por exemplo, esse será o valor da milhar. A dúvida poderá surgir no caso de o ponteiro estar entre dois algarismos. Nesse caso, opte sempre pelo algarismo menor. Quando o ponteiro estiver entre o 9 (nove) e 0 (zero) deve ser considerado o nove para efeito de leitura.
O medidor ciclométrico apresenta os algarismos digitais. O número mostrado é o valor da leitura.

Relogios

A sugestão é anotar o consumo em um dia e horário determinado. No dia seguinte, no mesmo horário, fazer a leitura novamente e então, subtrair o primeiro valor do segundo e chegar ao consumo em 24 horas (um dia completo). Se o consumo de um dia for aproximadamente o mesmo durante um mês, então basta multiplicar o resultado por 30 (trinta) dias, obtendo-se o consumo mensal estimado.
Observação: Na conta de luz é comum os usuários observarem apenas o valor desta em R$ (reais). É importante também acompanhar e controlar o consumo, indicado em “kWh”. O produto ou multiplicação do consumo (kWh) pela tarifa (R$/kWh) resulta no valor da conta de luz, incluindo-se os impostos.

Os maiores consumidores de energia
Os principais aparelhos domésticos que consomem mais energia elétrica são: a geladeira, o chuveiro, a tv, o ferro elétrico, a máquina de lavar, ar condicionado e também a iluminação. O uso correto destes aparelhos pode ajudar a economizar energia em casa. Veja como:

Geladeira

  • Coloque-a em um lugar ventilado, longe de lugares quentes, como fogão, forno elétrico e raios solares
  • Evite que a porta permaneça aberta desnecessariamente
  • Reduza o número de vezes em que abre a porta. Coloque ou retire os alimentos de uma só vez
  • Evite colocar alimentos quentes, embalados em papel jornal ou caixa de papelão
  • Degele periodicamente, limpe e mantenha a geladeira em bom estado de conservação
  • Deixe livre a parte traseira. Não utilize a grade para secar roupas, toalhas e tênis. Isto pode prejudicar o seu funcionamento
  • Coloque líquidos em recipientes com tampas
  • Não forre as prateleiras da geladeira. Isto dificulta a circulação de ar
  • Caso se ausentar por muito tempo da residência, esvazie a geladeira e desligue-a
  • A escolha adequada da geladeira para as necessidades da família pode contribuir para uma maior economia, uma vez que o tamanho influência diretamente no consumo de energia
  • Mantenha em perfeito estado a borracha de vedação da porta. Para testar, pegue uma folha de papel e feche a porta da geladeira prendendo a folha. Em seguida puxe a folha, se ela se soltar com facilidade, é sinal de que a borracha deve ser trocada

 

Chuveiro Elétrico

  • Evite tomar banhos longos e demorados
  • Use a chave na posição verão nas épocas quentes. A posição inverno consome 30% mais energia
  • Feche a torneira quando se ensaboar. Lembre-se que a economia de água é fundamental para a economia de energia
  • Use resistências originais, verificando a potência e a voltagem correta do aparelho. Jamais faça emendas ou adaptações. Esse procedimento aumenta o consumo de energia e causa sérios danos à instalação e ao chuveiro
  • Ligue o aquecedor central apenas durante o tempo necessário
  • Limpe sempre a saída de água do chuveiro

 

TV

  • Não deixe a TV ligada sem necessidade. Desligue o aparelho se não tiver ninguém assistindo
  • Evite o hábito de dormir com a TV ligada
  • Use o “timer” para programar o desligamento automático

 

Ferro Elétrico

  • Acumule uma boa quantidade de roupas passe-as todas de uma vez
  • Use o ferro elétrico na graduação correta de aquecimento para cada tipo de tecido. Comece pelas roupas mais pesadas, desligue o ferro e utilize o calor remanescente para passar as roupas mais leves ou finas
  • Desligue o ferro sempre que precisar interromper o serviço. Se ficar 1 hora ligado diariamente, ele pode acrescentar cerca de 30 kWh na conta de luz no final do mês
  • Depois de terminar de passar as roupas, desligue o ferro e retire-o da tomada para evitar acidentes

 

Máquina de lavar

  • Utilize a máquina usando os seus níveis máximos de uso. Evite usar quando há uma quantidade pequena de roupas
  • Use a dosagem recomendada de sabão em pó para não precisar repetir o enxague
  • Limpe o filtro da máquina com frequência

 

Ar-Condicionado

  • Dimensione adequadamente o aparelho para o tamanho do ambiente
  • Evite o frio excessivo, ajustando o termostato para o nível efetivamente necessário
  • Desligue o aparelho quando o ambiente estiver desocupado
  • Mantenha janelas e portas fechadas quando o aparelho estiver funcionando. A circulação de ar externa ao ambiente com ar-condicionado, faz com que ele gaste mais energia
  • Proteja a parte externa do aparelho da incidência do sol, sem bloquear as grades de ventilação
  • Limpe os filtros periodicamente. Os filtros sujos impedem a circulação livre do ar, forçando o aparelho a trabalhar mais. Além de economizar energia, você protege a sua saúde pois filtros sujos jogam poeira e outras partículas para o ambiente
  • Evite instalar o aparelho em áreas que fiquem expostas de maneira contínua ao sol
  • Habitue-se a desligar o condicionador de ar sempre que você tiver que se ausentar do ambiente por tempo prolongado

 

Lâmpadas e Iluminação

  • Evite acender qualquer lâmpada durante o dia, habituando-se a utilizar melhor a iluminação natural do sol, abrindo bem as janelas, cortinas e persianas
  • Apague as lâmpadas dos cômodos desocupados, salvo aquelas que contribuem para a sua segurança
  • A iluminação deve ser adequada a cada tipo de ambiente. Tanto a falta como o excesso de iluminação prejudicam a visão
  • Pinte tetos e paredes internas com cores claras, aproveitando mais a luz natural (luz do sol) e evitando assim o uso de lâmpadas de maior potência ou por mais tempo
  • Utilize somente lâmpadas de voltagem (Volts) compatível com a voltagem da rede da concessionária de energia elétrica
  • Substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes os locais que fiquem com as luzes acesas mais de 4 horas por dia. Uma lâmpada fluorescente de 40 Watts ilumina mais que uma incandescente de 150 Watts. E dura dez vezes mais
  • Nos corredores externos utilize sensores de presença que se acenderão somente quando houver circulação de pessoas

 

Dicas Geraisprocel

  • Outro meio de economizar é optar pelos aparelhos elétricos identificados com o selo daPROCEL (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). Produtos que apresentam notas A ou B, possuem uma maior eficácia energética, ou seja, consomem menos energia que as que apontam notas D ou E
  • Reduza o uso de aparelhos elétricos de grande consumo durante o horário de pico, entre as 18h e 21h. O custo de energia é maior do que no resto do dia
  • Quando aparelhos elétricos como computadores, TVs e DVDs ficam em “stand-by” (modo de espera), eles continuam gastando energia. Portanto, desligue-os da tomada
  • Use fios de espessura adequada. Quando fazer as instalações elétricas, consulte sempre um técnico especializado para que ele dimensione os fios e a proteção da instalação elétrica
  • Se possível, instale aquecedores solares. Dê preferência aos sistemas solares para o aquecimento de água. Eles são mais econômicos e ajudam a preservar o meio ambiente
  • Use a opção de economia de energia de seu computador. Quando você não estiver usando o computador, esta opção desliga o monitor após um determinado tempo
  • Desligue acessórios de computador que não estiver utilizando, como exemplo impressoras, caixas de som, e estabilizador
  • Evite usar o forno microondas para aquecer líquidos. Use o fogão para isso

Fonte: Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Mogi Mirim

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Crédito geração energia: excelente opção

Através da captação da radiação solar é possível geração de energia elétrica, utilizando placas instaladas, seja no telhado ou em outro espaço, devidamente dimensionado, pode gerar energia que atenda sua necessidade. A energia gerada pelo sistema Fotovoltaico pode ser utilizado como cogeração com a concessionaria de Energia ou, acumulada em baterias.

A energia gerada pelos painéis fotovoltaicos é fornecida em corrente contínua (CC) e para ser utilizado em eletrodomésticos, lâmpadas ou outros dispositivos eletrônicos é necessário o inversor de corrente, que fará esta conversão para consumo seja residencial, comercial ou industrial.

Aprovado em 2013 pela ANEEL – Agencia Nacional de Energia Elétrica que estabelece regras para micro geração, sendo de até 100KW e minigeração de energia, entre 100KW a 1.000KW de potência..

Esta norma regulamentada 482 permite que os consumidores possam ter a geração própria de energia e, troca seu excedente produzido por créditos, estes podem ser consumidos nos meses subsequentes, com prazo anterior de 36 meses, revisado em 24/10/2015 para o prazo de 60 meses, valendo a partir de Março/2016, sendo desconto em sua fatura, em mesmo CPF ou CNPJ em outros imóveis dentre a área vigente da sua concessionária.

Esta iniciativa de sustentabilidade, gera além de economia ao consumidor, a contribuição para o país, dado a escassez de recursos hídricos e outras fontes de geração de energia. O investimento neste sistema se paga com prazo médio em 4 a 5 anos, tendo sua vida útil acima de 25 a 30 anos. Geralmente bons equipamentos possuem garantia dos fabricantes de 10 anos contra quaisquer defeitos.

As concessionarias também lucram quanto menor investimento em meios de transmissão, devido a redução de perda na rede e melhoria na qualidade dos serviços prestados de energia elétrica.

Deve se ter muito cuidado ao investir neste sistema, pesquisar o conhecimento solido da empresa que presta serviços, não sendo apenas de forma comercial, mas deve haver recursos que possam prover subsídios técnicos operacionais desde projeto a sua operacionalidade, pois fará a diferença uma boa instalação, além de equipamentos com qualidade, adaptados ao nosso clima e particularidades além, conhecida como PID FREE (Potencial de Degradação Reduzido), ou seja, é menos vulnerável a fatores como umidade altas temperaturas e algumas degradações de ambientes incomuns, como amônia encontrada em área rural.

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Atualização resolução Normativa 482 – ANEEL

Publicado recentemente pela ANEEL – Agencia Nacional de Energia Elétrica, através de sua diretoria, a aprovação da discursão acontecida no dia 24/11 sobre aprimoramentos na Resolução Normativa de numero 482/2012, onde consta o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, que permite ao consumidor instalar pequenos geradores (tais como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, entre outros) em sua unidade consumidora e troque energia com a distribuidora local com objetivo de reduzir o valor da sua fatura de energia elétrica.Dada as novas regras, que validarão apartir de 1º de março de 2016, onde permitirá o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses, sendo que eles podem também ser usados para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos foi denominado “autoconsumo remoto”.

Outra inovação da norma diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

A ANEEL criou ainda a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem uma micro ou minigeração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a ANEEL estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor.  O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.

A Agência acompanhará de perto a implantação das novas regras do Sistema de Compensação e prevê que até 2024 cerca de 1,2 milhão de unidades consumidoras passem a produzir sua própria energia, totalizando 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.

Desde a publicação da Resolução em 2012 até outubro deste ano, já foram instaladas 1.285 centrais geradoras, sendo 1.233 (96%) com a fonte solar fotovoltaica, 31 eólicas, 13 híbridas (solar/eólica), 6 movidas a biogás, 1 a biomassa e 1 hidráulica.

Fonte: ANEEL – Agencia Nacional de Energia Elétrica
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Sustentabilidade: Apple iniciará seu novo projeto em Singapura com apenas energia solar

Com a conscientização de sustentabilidade sendo o principal ponto discutido em grandes empresas, em ultimo domingo, dia 15, foi anunciado pela empresa Apple, um acordo em suas novas instalações, em Singapura, seja alimentada por energia solar, expandido inicialmente dos Estados Unidos e China, afirmando ainda que sua primeira loja no país terá como fonte a energia solar como base de funcionamento. A empresa Sunseap Group instalará painéis em cima de 800 edifícios da cidade, tornando a Apple, a  primeira empresa de Singapura com operação inteiramente com energia renovável, de acordo com relatório publicado pela Reuters.

O projeto e construção de novos painéis solares poderá gerar 50MW de energia, destes, 33MW serão para a Apple, com incentivo da politica de desenvolvimento de Singapura, dando apoio e subsídios necessários, pois esta geração se tornará de propriedade pública. Este tipo de particularidade voltado a sustentabilidade da Apple vêm aumentado, objetivando tornar suas operações e instalações globais mais rentáveis por questões sociais e ambientais, com exemplo disto, nos Estados Unidos, foi finalizado pela empresa Cupertino um projeto de 40MW na província chinesa de Sichuan.

O objetivo a longo prazo para Apple, será produzir 2GW de fontes totalmente limpas para a cadeira de fornecimento da empresa em todos novos projetos e otimizar os existentes.

Este tipo de ação merece olhares e reconhecimento, pois vale como exemplo a ser seguido, no atual situação do planeta, esta consciência em sustentabilidade farão e muito a diferença ao futuro próximo, pois atualmente já demandamos esta necessidade.

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Lei de telhado verde: Toronto e Copenhague; França entra na moda de telhado verde ou painel solar

Telhado verde é obrigatório em Copenhague e Toronto, e agora na França.

Telhado verde é obrigatório em Copenhague e Toronto, e agora na França.

 

Desde final de Março deste ano de 2015, foi aprovado a lei na França que obriga os prédios comerciais a terem telhados verdes ou placas solares. Ativistas ambientais franceses queriam que todos os prédios fossem obrigados a utilizarem a vegetação nos telhados, inclusive os residenciais. Mas os parlamentares concluíram que a medida seria muito cara para o consumidor residencial e criaram a lei do uso de painéis solares ou telhados verdes apenas para empresas e zonas comerciais.

A medida implantada é parte da estratégia energética para redução a dependência das Usinas Nucleares, onde atualmente suprem cerca de 75% da demanda energética do país, conforme dados da Word Nuclear Association.

Dentre diversas vantagens, os telhados verdes, além de embelezarem a vista, formam um isolamento de calor e ruído, o que reduz a necessidade de aparelhos de refrigeração durante o calor e aquecimento para o inverno. Além disso, bloqueiam as partículas de poeira, purificam o ar, e retêm água da chuva, além de reduzirem problemas de escoamento durante chuvas fortes.

As vantagens de painéis solares, é a conversão em energia elétrica, proveniente do sol, que pode ser usada tanto localmente, pelo próprio prédio, ou injetada de volta na rede elétrica, sendo que este dispensa uso de fontes não renováveis, como termoelétricas.

A França enfrenta constantemente problemas com os altos níveis de poluição atmosférica (emissões CO2) e já implementou o rodízio de veículos na capital Paris.

A lei do telhado verde já é aplicada em outros países, como Copenhague e Toronto, que se beneficiam sobre tudo, a qualidade do ar, o conforto térmico, e aplicam em toda estrutura dos terraços urbanos.

A cidade do Toronto foi a primeira cidade a adotar a medida pública do telhado verde, desde 2010, e atualmente possuem mais de 1,2 milhões de metros quadrados verdes e economia de energia estimada em 1,5 milhão de KWH por ano. A cidade de Copenhague, já conhecida pela utilização das bicicletas, que objetiva, com esta lei a redução para Carbono Zero até 2025, e estimam a instalação de cinco mil metros quadrados por ano, atualmente já estão com mais de vinte mil metros quadrados.

Os incentivos públicos, vão deste estrutura do telhado verde à pratica de coleta de água da chuva, compostagem local, além ainda da geração de energia limpa em suas áreas urbanas.

Atitudes como estas deveriam ser seguidos por todos países, ao menos se não for por consciência, que a tenha como obrigação. Com devidos incentivos, podemos tornar o mundo melhor para se viver, não somente pensarmos no futuro, o atual momento principalmente no Brasil, já aponta esta necessidade da consciência em sustentabilidade em todos âmbitos ambientais.

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Fonte solar será responsável por 7 mil MW na matriz energética até 2024

A geração de energia elétrica fotovoltaica, pelos raios do sol, alcançará 7.000 MW no Brasil até 2024, sem contar com a geração distribuída. O dado consta no Plano Decenal de Energia Elétrica 2024 (PDE 2024), colocado em consulta pública no mês de setembro pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Segundo o planejamento para a próxima década, a potência instalada de eletricidade a partir do sol representará quase 4% da potência total brasileira de 2014. Atualmente, a fonte é responsável por 0,2% da potencia elétrica do país.

Um significativo potencial de oferta de energia proveniente de recursos renováveis é previsto no horizonte decenal. A participação da fonte solar somada ao segmento da eólica, biomassa e das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) deve corresponder 28% na matriz de capacidade instalada de energia elétrica em 2024. Atualmente, este conjunto de fontes corresponde a uma parcela de 17% na mesma matriz. As quatro modalidades deverão alcançar potência instalada próxima de 60 GW, quase três vezes a potência de 2014, com 22 GW.

As hidrelétricas (com exceção das PCHs) deverão prover 111 GW da matriz elétrica, ou 53% da potência total. Já a fonte eólica, com potência estimada de 24 GW em 2024, deverá representar 11,5% do total e será a 2ª maior potência instalada de renováveis, superando os 19 GW previstos para biomassa. Ao somar as outras fontes renováveis, 81% da matriz elétrica de 2024 será composta pela hidroeletricidade e fontes como a eólica, solar, biomassa e as PCHs, segundo o PDE.

Geração distribuída

A estimativa para a expansão da geração de energia elétrica pela modalidade distribuída em diversas fontes, energia gerada pelos próprios consumidores, é de 7% em média ao ano até 2024. Em 2014, a parcela da autoprodução representou cerca de 10% do consumo total de eletricidade do País, ou 52 TWh (terawatt/hora), e passará para quase 13% ao final desse horizonte, ou cerca de 100 TWh.

Há projeção ainda para que a energia solar distribuída, instalada em residências e no comércio, alcance 1,6 TWh em 2024, o que representará 1,6% do total da geração distribuída, ou 0,2% da oferta total de energia elétrica de 2024.

Esse mecanismo de produção é uma das alternativas mais eficientes e objeto de iniciativas do governo para que se amplie. O montante da geração distribuída de 100 TWh em 2024 é equivalente ao recorde da geração de Itaipu, de 98,6 TWh, verificado em 2013.

Fonte: TN Petróleo em 13/10/2015

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MENOS IMPOSTO PARA QUEM GERA ENERGIA

Noticia divulgada pelos meios de comunicação incluindo o Greenpeace Brasil em 7 – out – 2015, informa sobre os tributos da conta de luz de quem produz sua própria eletricidade, tornando mais vantajoso sua produção de energia elétrica.
De fato há cobranças que são considerados ilegais pelos próprios defensores dos direitos e legislação em nosso pais;

“Na cobrança de PIS e COFINS pelas concessionárias de energia elétrica, existe clara e indevida inversão na relação jurídico-tributária, de modo que maliciosamente se pretende transferir a obrigação tributária de contribuinte para o consumidor, o que se demonstra inaceitável.
A cobrança/repasse do PIS e da COFINS nas faturas de energia elétrica para os consumidores são abusivas, tendo-se em vista que o sujeito passivo da obrigação tributária é tão somente a concessionária de energia elétrica, vez que o fato gerador que dá ensejo ao crédito tributário é o faturamento ou a receita bruta da empresa e não a fatura mensal cobrada do consumidor, valendo ainda salientar que não existe nenhuma espécie de autorização legal para o “repasse” desses tributos para o consumidor, diferentemente do que ocorre como o ICMS. – JUSBRASIL”

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Em termos legais o que gerará incentivos aos contribuintes para gerarem sua própria energia com painéis solares ou aerogeradores, por exemplo – acabou de ganhar uma isenção tributária que fará muita diferença na conta de luz ao final do mês. O governo federal publicou nesta quarta-feira (7 de outubro) a derrubada do PIS-Cofins da tarifa de energia para os consumidores que geram alguma porção de quilowatt para uso próprio.

Até então, a incidência desses tributos – e do ICMS – na conta de luz do mini ou microgerador faziam com que o cidadão perdesse cerca de 30% da energia que produz para o fisco. Só para o PIS-Cofins, eram 10%.

Esse é o primeiro passo do governo federal, após a edição da Resolução 482 que permite a micro e minigeração, para incentivar de fato que os brasileiros passem a gerar sua própria eletricidade. “Em um momento de crise no setor elétrico e de alta nas contas de luz, isso significa dar às pessoas a possibilidade de economizar.” Bárbara Rubim, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.

No começo do ano, o governo federal se comprometeu a isentar o PIS-Cofins das contas de energia caso os estados derrubassem o ICMS. Ao longo do ano, o Greenpeace e outras organizações pressionaram para que isso acontecesse. Em abril, o Conselho da Fazenda – composto por representantes de todos os estados brasileiros – fez sua parte e autorizou a mudança da incidência desse imposto. Demorou seis meses, mas o governo finalmente cumpriu sua promessa.

“Agora, o próximo passo é garantir que tenhamos linhas de crédito que facilitem a compra de painéis solares pelos brasileiros”, completa Rubim. O Brasil é um dos países com maior incidência de sol e com grande capacidade de gerar eletricidade a partir desse recurso. É por isso que o Greenpeace está mapeando, com a ajuda dos internautas, o potencial dos telhados brasileiros. 

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Células solares foram apresentadas pela Bell Labs a 60 anos.

Há 60 anos, o mundo conhecia as células solares criadas pelo Bell Labs:
A presença das células fotovoltaicas na vida humana já faz 60 anos, desde sua invenção pela Bell Labs, e esta evolução tem sido cada vez mais exponencial, e hoje nos traz grandes vantagens ao seu uso.
Há 60 anos, cientistas do Bell Labs em Nova Jersey anunciaram que o mundo finalmente havia encontrado uma maneira eficiente de transformar luz solar em eletricidade. No dia 25 de abril de 1954, Daryl Chapin, um engenheiro elétrico; Gerald Pearson, físico, e o químico Calvin Fuller demonstraram a invenção deles, a primeira célula solar prática. Era feita de silício – este material, que acabou se tornando o principal ingrediente dos chips de computador.http://http://gizmodo.uol.com.br/galerias/60-anos-celula-solar/

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